quarta-feira, maio 28, 2008

Amor antigo, paixão acesa!!

Estou apaixonado!!

A cada dia que passa, te amo ainda mais... não me importa nada, aquilo que falam ou pensam a respeito deste amor, os momentos bons, os ruins, quando alguma coisa acontece contigo, mesmo quando não concordo, te respeito. Não consigo te olhar que não querer o teu bem!!

Já chorei muito por você, passamos momentos difíceis. Em alguns fiquei em silêncio te olhando. Em meio a insegurança e a crítica de pessoas por seus maus momentos, fiquei ao seu lado, estampei com orgulho meu grito de eu nunca vou te abandonar. Cantei até ficar rouco, por você me chamam até de louco...

Eu te amo corinthians!! Essa torcida maravilhosa... arrepia... não pára, não pára, não pára... vai pra cima timão!!

Hoje a noite 70 mil dentro do Morumbi, e mais alguns milhões ao lado de fora gritando por tua votória!!

Vaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiii Corinthiaaannnss!!!

Serei mais um louco cantando até ficar rouco, Aqui tem um bando de loucos... loucos por ti corinthians...

Não pára, não pára, não páááára!!! Vai pra cima meu timããããooo!!!


Não Para, Não Para, Não para!

Gaviões Da Fiel

Composição: gaviões da fiel
Não para, não para, não para
Não para, não para, não para
Não para, não para, não para vai pra cima timão
Não consigo nem dizer, tudo o que sinto

Eu só sei que até morrer, coringão estarei contigo
Por toda sua história, por toda sua tradição
Até o fim da minha vida, te amo timão

Não para, não para, não para
Não para, não para, não para
Não para, não para, não para vai pra cima timão (3 vezes)

Leandro CORITHIANO Marçal








quarta-feira, maio 07, 2008

Peço licença ao jornalista Alexandre Petillo e a revista época para reproduzir a coluna nosso tempo desta semana. Ao ver o comercial da Coca-Cola, refleti que era uma brincadeira de mal gosto e apesar de ser muito corinthiano, sempre pensei o óbvio que o maradona seria o melhor, etc. etc. Mas confesso que este texto me fez pensar e motivar ainda mais para a luta do dia-a-dia.

Você é o Biro-Biro ou o Maradona? – Alexandre Petillo, Revista época 5/5/2008

Para começar vale ressaltar um detalhe: o Biro Biro não foi somente um destruidor de atacantes como o comercial da nova campanha da Coca-Cola mostra. É uma imagem um tanto distorcida para as novas gerações de um dos maiores gênios da raça de nosso futebol. Muito mais que comparar um jogador com o outro (nem se compara, Maradona foi o maior jogador que essa geração viu entrar em campo), o estilo com que cada um se portou dentro de campo é digno de uma análise.
Biro Biro nasceu Antônio José da Silva Filho, lá em Santo Amaro, Pernambuco. Quando criança, morava em uma palafita e deixou de lado a pesca do caranguejo depois de levar uma mordida. Começou no Sport e desembarcou no Corinthians no dia 10 de agosto de 1978, quando Vicente Matheus soltou uma de suas mais célebres frases: “Eu falei que ia montar um time para brigar pelo título. Já trouxe o Sócrates e está chegando um garoto novo, que jogava no Recife, o nome dele é Lero Lero”.
Logo Biro Biro conquistou seu espaço. Fazia mais exercícios que o preparador físico recomendava. Gostava de ficar no campo depois dos treinos. Ganhou vários títulos pelo Timão. Para a Fiel, foi mais um super-herói. Quando você via na escalação que ele estava em campo, sentia-se seguro. Sabia que naquele jogo teria uma vontade sobrenatural de vencer e o desejo incontrolável de honrar quem lhe dá o sustento, nem que seja necessário doar a alma. Biro Biro era o Homem-Aranha. Se uma criança corinthiana doas anos 1980 sonhasse com o bicho-papão, logo procurava o pôster do Biro para voltar a um sono tranqüilo - ainda que, com sua pele bronzeada e o cabelão oxigenado, ele fosse mais feio que o bicho-papão.
Não era um craque, mas não era um perna-de-pau. Do meio para a frente, jogou em todas as posições – e não fez feio em nenhuma. Com tanto moral, podia sentar na fama e ditar ordens, fazer panelinhas, arrumar benefícios. Não se você for o Biro Biro. Até o fim da sua carreira no Timão, ele entrava em campo todos os jogos como se fosse a primeira vez.
Maradona foi um craque incontestável. Só que no meio do caminho alguma coisa se perdeu. Talvez a essência da paixão pelo que faz. Ou a humildade, diante do reconhecimento. Nas atitudes do Birão em campo, em cada partido você colhe uma lição. Que quanto mais faz sucesso, mais duro é preciso trabalhar. Que, quando você acredita de verdade no que faz, vale a pena qualquer sacrifício. Se é o sucesso que você busca, trabalhe por ele com a alma, nunca no piloto automático. Foi assim que um mero jogador esforçado se destacou em meio a craques como Sócrates, Zenon e Casagrande.
Muito mais que eleger qual o melhor jogador, a campanha da Coca-Cola pode até ser um teste vocacional. Quem você quer ser quando crescer? Maradona ou Biro Biro? Sem lero-lero...

Isso aí... Biro Biro para presidente!

Quero ser como o Birão... trabalhar de verdade nunca no piloto automático! Por mais que o que te faça feliz (que alguns chamam de sucesso), pareça impossível não desista...
Ou só porque está próximo do impossível você desistiria?

Fuuuiii...

Leandro Marçal
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