terça-feira, março 31, 2009

A short story

Sometime ago I feel a desire to publish something here in english.

It´s not because I want to show everybody that I know the language and how to write.
The real reason it´s because I think it must be positive for me, as I´m practicing and for someone who wants to do something like that to lost the shy...

A short story just to start the engines ok?

José das Couves was a lonely man,

he thought he was cute, and tried to be cute, but someone says that somebody at television was cute.
he thought he was nice, and tried to be cool and fun, but someone says that somebody at a theatre was fun.
he thought he was rich, and tried to be rich, but at newspaper he read about rich people and he was not in the list.

Conclusion... if you think you must be cute, nice or rich to love somebody you are wrong, as José was a lonely man and will aways have somebody cutter, nicer, and richer than you. All you need is to open you hearth and really love.

Send me your comments ok?

See you,

Leandro Marçal

sexta-feira, março 27, 2009

desenhos...

Quem disse que não sou importante?

Para minha criação foi preciso de vários anos, de estudo... átomos e substâncias, corantes, contas e mais contas... para que eu surgisse, como uma idéia brilhante! Alguma coisa revolucionária, inovadora, tecnológica...

Isso tudo foi somente para o processo criativo, viabilidade, etc...

E para me produzir? Pessoas, aos montes... máquinas e mais máquinas... líquidos retirados do fundo do mar, petróleo transformado, o mesmo petróleo utilizado no plástico do tubo é o petróleo da minha tinta, só que transformado... e ainda assim é modificado mais uma vez misturado com corantes, e também é do petróleo que é feito o meu charme, a bolinha da ponta... que por sua vez me dá o nome de esferográfica.

Muito prazer, sou a caneta! Não uma caneta qualquer olha lá... sou uma esferográfica, chique não? Diga em voz alta... es-fe-ro-gráfica, adoro meu nome. Se você não gosta do seu pode pegar o meu não me importo com cópias, aliás cópias é uma de minhas grandes utilidades, cópias de matérias em quadros negros, cópias de telefones, cópias de textos, cópias de receitas, e até de respostas de provas alheias a famosa “cola”...

Assino acordos de paz e infelizmente declarações de guerras...
Nã-nã-não... isso não diminui minha nobreza, também sou usada em processos criativos, idéias inovadoras, tecnologias, contas e mais contas, como aquelas idéias que me criaram.
E contratos? Adoro estes... se não estivesse presente, não haveriam acordos, nações não se ajudariam, casais não iriam se unir, países não seriam independentes.

Assino cheques... e escrevo palavras para que o tempo não as leve embora... posso ser de qualquer um, desde um presente caro, com nome francês e desenho de neve... até baratinha e transparente com tampinha gostosa de mastigar e coçar as orelhas.

Sou fã de verdade de cartas de amor... ah.. como são lindas... como naquele poema que copiei muitas vezes, “cartas de amor ridículas”, quanto mais ridículas melhor... mais emocionantes... as vezes dá vontade de vazar minha tinta de tão emocionada que fico... a esferográfica aqui atingindo de cheio o coração de alguém.

As vezes sou utilizada por juízes, advogados, para assinar sentenças e documentos chatos... mas essa parte é ruim e não quero escrever sobre isso, cada barbaridade que assinam comigo... é de deixar qualquer caneta tremendo.

Mas participo também das primeiras palavras de alfabetização de uma criança, que coisa linda... e aqueles desenhos incompreensíveis de mini-pessoas descoordenadas cheias de amor por seus pais, amiguinhos e professores... o melhor deles é aquele da mão, quem nunca me utilizou pra passar em volta de sua mão e ver o formato? Tããããoooo legal... ei.. psiu?você ai que respondeu “eu”... não vai embora assim não, fique quieto e faça um desenho do formato da sua mão agora, isso é muito bom e vai deixar sua mãe bem feliz!!!

Vivo de altos e baixos... nas mãos de um professor, sai de mim um “10”... ou um “0”...
Nos bons momentos sai de mim a palavra “amor”... e com uma carinha triste alguém também escreve comigo “saudades”...
No diálogo que começa escrevo um Oooooiiiiiii feliz... ou um tchau murcho...

Mas a palavra que me dói mesmo, é a que precisarei escrever pra vocês agora: Adeus!

Vamos desenhar com a e-s-f-e-r-o-gráfica?

Step 1:
Materiais necessários.
· Desenho papel
· Lápis
· Eraser
· Régua
· Qualquer objecto circular, como uma moeda, botão grande, etc, dependendo do tamanho do coração


Step 2:
Freehand desenho. Este é um dos métodos de ensaio e erro que você pode usar para desenhar um coração. Para isso, você só precisa do papel, lápis e borracha a partir das matérias enumeradas no passo um. Para começar, chamar o número 3 na horizontal sobre o papel com as suas faces aberta virada para baixo. Em seguida, a partir de cada uma das extremidades do extremo 3 forma, desenhe duas linhas, que correm para baixo para responder uns aos outros em forma de V. Jogar ao redor com a forma a evitar ter que olhar demasiado simétrico e reto, uma sombra ligeira curva em torno de as duas linhas do V dar-lhe uma aparência mais realista.


Step 3:
Utilizar o objecto circular e régua. No segundo método, em vez de tirar o coração livre, utilize o objecto circular que você escolheu e a régua para desenhar.


Step 4:
Desenho a metade superior. Utilizar a moeda ou o botão para chamar dois semi-círculos no papel. Colocar o botão de moeda ou de papel e utilizar um lápis desenhar em torno da metade superior da circunferência para obter a primeira semi-círculo. Depois da moeda para o lado direito da primeira metade círculo e chamar uma outra forma que as duas extremidades da meia círculos reunir-se mutuamente.


Step 5:
Desenho a metade inferior. Usando a régua, desenhe duas linhas a partir do exterior da meia termina círculos, com as linhas inclinada para o outro a se reunir em um V.


Step 6:
Encerrando o coração. Tal como no passo dois, use o lápis e borracha para se livrar de curvas demasiado perfeito ou linhas, execute o lápis ao longo de todo o esquema sem utilizar a moeda / botão ou governante para dar-lhe um realista vacilante sente.

domingo, março 22, 2009

Fim do meu 206!



Será?

Aquele Peugeot... foram várias viagens... campos do jordão, campinas, praia, delfim moreira...




agora que estava com somzão, insulfilm, aerofólio, pneus novinhos... supensão nova... freio novo... amortecedor novo... tudo isso ainda na garantia.










Acho que ficarei com saudades do meu 206... meu brother! Browzão!






Fazer o que viver é preciso...








Navegar é preciso, a vida segue... todos temos que evoluir.






Mas confesso que sentirei saudade de seu volante que me guiou com conforto e segurança por tanto tempo.

Seu cambio macio, sua direção segura, seu ar refrescante...






Amigão, tudo bem... vai nessa cara, não fui o seu primeiro e você não foi o meu... mas que a parceria valeu, valeu!!





É só de pensar no final da parceria fico triste, mas... você deve ir! Espero que você encontre um dono que cuide de você, que te dê abrigo e proteção!



E parece que tá pintando novidade... senti este cheiro outro dia! Cheiro de novidade, cheiro de banco de couro, cheiro de um ar... digamos que superior... um pouco mais alto quero dizer..rs..



Ouvi dizer... sei lá, acho que alguém me contou!

segunda-feira, março 16, 2009

Uma das melhores que já li.

Essa é boa ...... Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da sua idade e pensar: Não posso estar assim tão velho(a)?!!!

Veja o que conta uma amiga:
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.. Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava: Poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?

Quando entrei na sala de atendimento imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado, era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto.

Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.
- Sim, respondeu-me.
- Quando se formou? Perguntei.
- 1965. Por que esta pergunta? Respondeu.
- É que... bem... Você era da minha classe, eu exclamei.

E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma puta, lazarento me perguntou:
- A Sra. era professora de quê?


hahahahaha... uma das melhores que já li.

O Fenômeno da Unanimidade

Bichado! Gordo! Baladeiro! Fofômeno! Mercenário! Etc...

Isso mesmo, estou falando do Ronaldo, já que todos falam, e o cara é assunto internacional, nos bares, nos ônibus, nos corredores e pausas para o café, o assunto é um só...

Foram vários apelidos que o Sr. Ronaldo Nazário recebeu. Mas não conheço ninguém, absolutamente ninguém que consiga o fenômeno de diminuir ou acabar nem que seja por algum minuto a rivalidade de mais de 90 anos entre Corinthians e Palmeiras, não foi um palmeirense só que me disse que torceu pelo gol do Ronaldo, ou que gritou gol. (não só do Ronaldo, mas como do corinthians). Na rua vi corinthianos e palmeirenses, juntos, felizes. Parecia gol do Brasil, parecia copa do mundo.

Isso mesmo, o cara é um fenômeno. Ele tem torcida própria, e entre sua torcida pessoal tem palmeirenses, são paulinos, santistas e claro corinthianos! Tem brasileiros, italianos, afrianos, alemaes e muitos povos amantes do futebol.

E isso esse cara joga, fora de forma ou não ele sabe o que faz. Atrai multidões, com ele em campo a lotação dos estádios é 98% ! (Fonte Revista época) Todos querem ver o Ronaldo em campo.

Torcer por ele... sua trajetória pessoal vale um filme.

Seria um filme interessante, com dramas, tragédias e trapalhadas... mas também com futebol arte, vitórias, taças e muita alegria a nação brasileira, carente de craques em seus gramados. Craques como você Ronaldo Fenômeno, a unanimidade do futebol brasileiro.

Graças a Deus joga no corinthians e ouvir você dizer que faz parte deste bando de loucos me faz sentir orgulho de torcer pra este time, orgulho de ser brasileiro!

E... pra aqueles que acham que é pouco!! Eu vivo por ti CORINTHIANS!! Eu canto pra te empurrar, vamos meu timão não para de LUTAR!!!

Leandro CORINTHIANO Marçal

quinta-feira, março 12, 2009

Eça de Queiroz e a língua dos outros

Extraído do blog do Juca.

Eça de Queiroz e a língua dos outros

Ontem, no CBN EC, li o trecho abaixo de Eça de Queiroz (em "A correspondência de Fradique Mendes", um de seus heterônimos) e muitos ouvintes, imediatamente, pediram que fosse publicado no blog.
Esta feita, portanto, a vontade soberana do ouvinte.
O texto, de fato, é brilhante.
Mas, por favor, não o leve ao pé da letra.

Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra: - todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro.
Na língua verdadeiramente reside a nacionalidade; - e quem for possuindo com crescente perfeição os idiomas da Europa, vai gradualmente sofrendo uma desnacionalização.
Não há já para ele o especial e exclusivo encanto da fala materna, com as suas influências afectivas, que o envolvem, o isolam das outras raças; e o cosmopolitismo do Verbo irremediavelmente lhe dá o cosmopolitismo do carácter.

Por isso o poliglota nunca é patriota.
Com cada idioma alheio que assimila, introduzem-se-lhe no organismo moral modos alheios de pensar, modos alheios de sentir.
O seu patriotismo desaparece, diluído em estrangeirismo.
Rue de Rivoli, Calle d’Alcalá, Regent Street, Willelm Strasse - que lhe importa?

Todas são ruas, de pedra ou de macadame.
Em todas a fala ambiente lhe oferece um elemento natural e congénere, onde o seu espírito se move livremente, espontaneamente, sem hesitações, sem atritos.
E como pelo Verbo, que é o instrumento essencial da fusão humana, se pode fundir com todas - em todas sente e aceita uma Pátria.
Por outro lado, o esforço contínuo de um homem para se exprimir, com genuína e exacta propriedade de construção e de acento, em idiomas estranhos - isto é, o esforço para se confundir com gentes estranhas no que elas têm de essencialmente característico, o Verbo - apaga nele toda a individualidade nativa.

Ao fim de anos esse habilidoso, que chegou a falar absolutamente bem outras línguas além da sua, perdeu toda a originalidade de espírito - porque as suas ideias, forçosamente, devem ter a natureza, incaracterística e neutra, que lhes permita serem indiferentemente adaptadas às línguas mais opostas em carácter e génio.
Devem, de facto, ser como aqueles «corpos de pobre» de que tão tristemente fala o povo - «que cabem bem na roupa de toda a gente».

Além disso, o propósito de pronunciar com perfeição línguas estrangeiras, constitui uma lamentável sabujice para com o estrangeiro.
Há ai, diante dele, como o desejo servil de não sermos nós mesmos, de nos fundirmos nele, no que ele tem de mais seu, de mais próprio, o Vocábulo.
Ora isto é uma abdicação de dignidade nacional.
Não, minha senhora!
Falemos nobremente mal, patrioticamente mal, as línguas dos outros!
Mesmo porque aos estrangeiros o poliglota só inspira desconfiança, como ser que não tem raízes, nem lar estável - ser que rola através das nacionalidades alheias, sucessivamente se disfarça nelas, e tenta uma instalação de vida em todas, porque não é tolerado por nenhuma.

Com efeito, se a minha amiga percorrer a Gazeta dos Tribunais, verá que o perfeito poliglotismo é um instrumento de alta escroquerie.

terça-feira, março 10, 2009

Tá difícil

Os novos projetos tem consumido muito tempo...

Tá dificil conseguir uma brechinha pra escrever alguma coisa nova para postar aqui!

Só pra atualizar!

O carnaval em Delfim Moreira foi gostoso a chuva foi brava, nunca foi tão dificil chegar e sair... pois a estrada via dutra foi interditada... enfim... vamos as coisas boas... a vida simples daquele povo me encanta!
Até cair do cavalo eu caí... era um cavalo "quarto de milha" corredor, veloz... foi ótimo!
Fiquei sabendo do carnaval de muita gente, estórias boas, visitas inesperadas, viagens legais! E tem gente que to louco pra saber como foi. E aí Sil como foi em Salvador?

Por estes dias ando trabalhando muito, estudando pouco e curtindo o mínimo da vida do jeito que dá.

Por hora, estou feliz, mas claro que as vezes bate aquela saudade da rotina, dos meus amigos no banco, da minha mesa, do meu ramal, da academia... etc.

O que bate mesmo é a solidão, a correria é tanta que não sobra tempo ou espaço pra ninguém!

Em homenagem a este momento em que curto estar sozinho e sinto falta de ter alguém vou colocar uma música, que fala sobre o momento sem ser "deprê". Afinal os momentos fazem parte e ficar triste não adianta nada... Se vivemos assim ou assado é porque escolhemos e/ou Deus quer assim. Let´s go, the life does not wait!


Amor Maior



Jota Quest



Composição: Rogério Flausino

Eu quero ficar só
Mas comigo só
Eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho só
Não é possível...

É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Amor de dentro prá fora

Amor que eu desconheço...

Quero um amor maior
Um amor maior que eu
Quero um amor maior, hié!
Um amor maior que eu...

Eu quero ficar só
Mas comigo só
Eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho assim
Não é possível...

É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Um amor de dentro prá fora
Um amor que eu desconheço...

Quero um amor maior
Um amor maior que eu
(Que eeeeeu!)
Quero um amor maior, hié!
Um amor maior que eu
Hié! Hié! Hié!...


Então seguirei
Meu coração até o fim

Prá saber se é amor
Magoarei mesmo assim
Mesmo sem querer
Prá saber se é amor

Eu estarei mais feliz
Mesmo morrendo de dor, hié!
Prá saber se é amor
Se é amor

Uhou!...



Quero um amor maior, hé!
Um amor maior que eu
(Que eeeeeu!)
Quero um amor maior, hé!
Um amor maior que eu


Leandro Marçal

Um amor maior que eu
Maior que eu
Um amor maior que eu
Maior que eu
Um amor maior que eu!...


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