segunda-feira, novembro 08, 2010

ExpoManagement 2010

Adorei assistir hoje parte da ExpoManagement 2010 que está liberada após as 13:00 para quem quiser na janela abaixo.


Watch live streaming video from hsmbr at livestream.com

 

segunda-feira, novembro 01, 2010

Um minuto de silêncio



Meu coração apertado transbora
Sentimento profundo, saudade
Saudade eterna, escorre em meus olhos

Não tive como não pensar em meu pai neste momento
...As vesperas de me formar
Gostaria somente, e tão somente
de um abraço,um olhar, e ouvir que se orgulha de mim

Sua presença em minha formatura
Seria... Impagável, Maravilhoso...

Se você ainda tem seus pais, abrace-os,
Assim se um dia eles se forem
Em um dia de finados,
Lembre com saudade do carinho deste dia.
Afinal, a saudade é melhor que o arrependimento

Essa musica é do filme a última música

Que hoje as vésperas do dia de finados,
Dedico ao meu pai, de todo meu coração

quarta-feira, outubro 20, 2010

Compare!!

Não sou de nenhum partido, mas penso!!  


Sei comparar: compare você também é a Contradição X Coerência !




Contradição



Coerência

segunda-feira, outubro 18, 2010

WikiCrimes

Pessoal

Interessantissimo, pra quem quiser registrar algo que viu, ou pesquisar uma região para morar/visitar.


Abraços,

Leandro

segunda-feira, outubro 11, 2010

Dia das crianças

Daqui a 6 horas começará um dia muito bonito do ano... nós temos dias para nos lembrar dos escravos, dos negros, de guerreiros da nossa história, de políticos, de datas religiosas, etc etc..

Mas daqui a pouco é dia das crianças ebaaaaaaaa.. dia de presente de bagunça, quem nunca esperou este dia ansiosamente, e fazia contagem de presentes? um do tio, um da tia, um do pai, um da mãe, um do padrinho, um da madrinha... ebaaa, um monteee!!

E como padrinho coruja, vou deixar aqui uma foto do ano passado que gosto muito!! 

Su(mãe), Caique e EU!

Deixo aqui o clip favorito do Bagunça, que ouvi agora e pensei que tem muito a ver com a vida de muito adulto né?

Agente esta sempre à procuras nas moças "que não tem fino trato para selar este contrato...", mas um dia ela aparece né? rsrs..

Clipe do Rato:

Pros adultos que lêem meu blog, vale uma reflexão das crianças que fomos? Da infância que nos formou como seres humanos adultos que somos hoje?


O cuidado e o trabalho que nossos pais tiveram conosco, os brinquedos que nos deram, e todo aquele amor, cheio de abraços, beijos e carinhos (onde foi parar isso aí na sua casa?) que um amor de filho proporciona.


Deixo 10 perguntas para os comentarios:
1.   Quais eram seus brinquedos e brincadeiras favoritos?

2.   E seus desenhos ou programas de TV?
3.   O que você queria ser "quando crescer"?
4.   Seus amiginhos(as) daquela época ainda tem contato?
5.   O que te colocava medo de verdade?
6.   E a maior vegonha que passou
7.   Tinha segredos? Se tinha conta aqui vai...
8.   O que sua mãe/pai/babá fazia que você mais gostava?
9.   Qual era sua maior curiosidade?
10. Do que não gostava?

E para minha criança!! Um dia você vai aprender a ler, e se chegar a isso aqui talvez vai achar, chato, brega, ridículo e o escambau... mas saiba que te amo meu Bagunça!


Feliz dia das crianças pra quem é e pra quem conseguiu achar dentro de si uma criança feliz!! 


=D


Abraços,


Leandro Marçal - Zidane

Os Seminovos - Escolha já seu nerd

Escolha Já Seu Nerd

Os Seminovos

Composição: Maurício Ricardo, Neto Castanheira

O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!

Enquanto o bonitão está pegando você
O nerd está criando um software no PC
Enquanto o sarado malha na academia
O nerd está lendo as notícias do dia

Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando
O nerd com certeza está em casa estudando
O curso superior do gostosão tá no início
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício

O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!

O nerd tem conserto, é só você ensinar
O penteado certo e a melhor roupa pra se usar
O saradão de hoje é o gordo de amanhã...
Parou de tomar bomba? Vai ter que usar sutiã!

O gostosão ainda sai no carro do pai
E o nerd é a atração de um workshop em Dubai
O gostosão te esquece quando vê um carro esporte
E o nerd está lá dentro com uma mulher de sorte

O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!

Imagine o nerd sem cabelo ensebado
Sem espinhas e sem colarinho abotoado
Sem o cinto social junto com tênis branco
Imagine o nerd com cinco milhões no banco!

O nerd de hoje é o cara rico de amanhã
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã
Garota, escolha já seu nerd!(x3)





Achei fuçando no YouTube!! Ainda estou rindo enquanto escrevo isso.. hauhauhau

Para todos nós nerds de todos os graus, geeks e suas turmas... rsrs.. (sim, tem grau de nerdice pra quem não sabe e está se perguntado.... rsrs.)

VIVA OS NERDs!!

Abraço,

Zidane

Tianastacia - Cabrobro (Video-Clip)

Cabrobró

Tianastácia

Ouvi falar loucura vem de berço
Camarão bom é nascido em cabrobó
A bebida é coisa que vira cirrose
E o cérebro derrete quando alguém cheira loló

Meu pai falava prá eu andar sempre na linha
Só transa com camisinha prás "muié" não engravidar
Lança perfume sustentava os meus neurônios
Eu descobri que Steinhaeger com cerveja
Faz pirar

Só não vacilo brow

A natureza é implacável

Se o cara nasce mané

Cresce mané

Morre mané, mané



Acho muito divertida essa música!!

Pros manés iguais a mim espalhados por aí!! hehehe

(...)Meu pai falava prá eu andar sempre na linha
Só transa com camisinha prás "muié" não engravidar(...)

Abraços,

Zidane

terça-feira, outubro 05, 2010

Amores...


créditos de imagem: http://dapovoa.blogspot.com/


O amor se apresenta com várias facetas...

Não é preciso dizer que em qualquer delas é lindo já por ser amor.

O amor a Deus...

O amor de familia, de pai, de mãe, de irmão...

O amor de um amigo verdadeiro, parceiro nas alegrias e alguém leal a você que oferece seus ombros para chorar ou para erguê-lo em momentos de tristeza.

...e claro, o amor homem-mulher...

O grande e maravilhoso mistério da vida, o livre arbitrio natural humano.
Aquele puro e inocente na infância / pré-adolescência... aquele de segunda chance, de quem tem medo de perder. O amor restaurador que une os pedaços que alguém deixou seu coração... e a paixão, que na minha modesta opinião é também um tipo de amor.

De todos os tipos de amor homem/mulher o que mais admiro é o platônico, um amor puro, silencioso, calado, onde o outro ser humano existe com tanta perfeição no imagiário de seu amante que esta perfeição já é um defeito...
Acho lindo, um encanto que não precisa ser correspondido para ser verdadeiro, e ao menor sinal de bem querer do amado, seu amante fica longe do chão, perde o ar, se emociona...
É como sentir-se recompensado por dar um presente, e não por receber. Dar sem querer nada em troca, nem mesmo o sorriso do presenteado. Nem mesmo a existencia do amado precisa ser reconhecida por seu amante, aquele ser sobre o qual se exerce devoção nem mesmo precisa saber da existência de seu devoto para receber tão belo sentimento.

É uma complascência sofredora e solitária, embora quem ama apesar de só, sente-se sempre com alguma companhia, é uma quase esquizofrênia.

Lindo, Belo, Admirável.

Situação que foi um pouco além foi no belissimo filme a mulher invisível... onde o amor platônico da vizinha era bem legal de se ver na tela...

...e duvido que algum homem não queria um amor deste da foto.. ahuaghauhauh

Abraços,

Zidane

segunda-feira, setembro 27, 2010

Rudy Ruettiger

Quando era menor tive o prazer de assitir um filme chamado Rudy você pode ver do que se trata aqui


Vez ou outra olhamos para os 20% vazios do copo (se não sabe o que estou falando clique aqui), normal...


Foi marcante pra minha formação ter assistido este filme deixo aqui um pedaço pra inspiração:



Pra quem quiser assistir um pedacinho, pode conferir aqui e aqui

Esse cara que é um monstro e tem uma história de um sonho praticamente impossível me faz acreditar sempre na realização dos meus!! Referência motivacional aqui

Todos temos um Rudy dentro de nós!

I´m Rudy!

Abraços,

Leandro Marçal - Zidane

segunda-feira, setembro 20, 2010

PARA VIVER UM GRANDE AMOR

PARA VIVER UM GRANDE AMOR 
Por Vinicius de Moraes




Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva oscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.
Vinicius de Moraes

sexta-feira, setembro 17, 2010

domingo, setembro 12, 2010

Corrupção!



Adorei o museu da corrupção: http://www.muco.com.br/home.htm

O assunto é sério e chato, mas fizeram o possível pra não ser tão "sacal" pesquisar sobre o tema.

E fica a musiquinha que peguei lá mesmo pra dar uma descontraída. Por favor não esqueçam de NÃO votar no PT. 
Ah, lá no museu tem a casa das ferramentas, você pode usar pra se comunicar com seu governante, reclamar que ele anda colocando seu dinheiro na cueca, ou não está sabendo de nada que estão fazendo com o país que você entregou pra ele governar.

Divirtam-se e NÃO VOTEM NO PT!

Abraços,

Leandro

segunda-feira, agosto 16, 2010

Assalto!


Recebi da fernanda no grupo da faculdade... adorei!

quarta-feira, agosto 04, 2010

frase do momento

"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos." -- Elleanor Roosevelt

segunda-feira, julho 26, 2010

O Bebado

O bêbado, no ponto do ônibus, olha pra uma mulher e diz:
— Você é feia hein?
A mulher não diz nada. E o bêbado insiste:
— Nossa, mas você é feia demais!
A mulher finge que não ouve. E o bêbado torna a dizer:
— Puta merda! Você é muito feia!
A mulher não se agüenta e diz:
— E você é um bêbado!
— É, mas amanhã eu melhoro…
Então subiu no ônibus. Logo na roleta, cambaleando, ao cobrador diz:
— Se meu pai fosse um gato e minha mãe uma gata, eu seria um gatinho!
E continua:
— Se meu pai fosse um cachorro e minha mãe uma cachorra, ai eu era um cachorrinho!
E mais:
Se meu pai fosse um touro e minha mãe uma vaquinha, ai eu seria um bezerrinho!
O cobrador, nervoso, pergunta:
— E se o seu pai fosse um viado e sua mãe uma puta?
— Ai eu seria cobrador de ônibus!
Saindo da roleta, o bêbado grita:
— Hoje eu quero comer um cu!
Todos os passageiros olham assustados para ele, que diz:
— Calma gente, eu só quero um.
Já na parte de trás do ônibus, grita de novo.
— Do lado direito todo mundo e corno! Do lado esquerdo todo mundo é viado!
Ao ouvir isto, levanta um negão do lado esquerdo e fala:
— Eu não sou viado!
E o bêbado responde:
— Então muda de lado que não gosto de confusão!
A partir desse momento os passageiros começaram a xingar o bêbado e ameaçando cobri-lo de porrada.
O motorista, para evitar confusão, freia bruscamente e todos caem. Um dos passageiros se levanta, pega o bêbado pelo colarinho e pergunta:
— Fala de novo, safado. Quem é corno e quem é viado?
— Agora eu não sei mais. Misturou tudo!
Ele então desce do ônibus, entra em uma igreja, o padre, viu aquele bêbado entrando e resolveu dar o sermão:
— Irmãos, quem não for a favor da bebida que se sente agora!
Todos se sentaram e o Bêbado gritou:
— Oh seu padre, Só nós dois heim?
Expulso da igreja, entra logo num boteco e já pede:
— Coloca aí dez pinga pra mim.
O dono obedeceu e colocou dez pingas para o bêbado, que bebeu todas.
— Coloca agora cinco pinga!
O dono colocou, o cara bebeu todas e disse:
— Agora coloca só três, viu?
Bebeu as três num gole só, fez aquela careta típica de pingaiada e pediu:
— ZZZZZZ só uma agora! ZZZZZZ só mais uma!
O bêbado bebeu aquela, deu uma cambaleada e concluiu:
— Eu num to enZenZendo… Quanto menossss eu bebo, mais eu fico tonto!
Antes de ir embora ele pede um maço de cigarros, que traz escrito na lateral: \"O MINISTERIO DA SAUDE ADVERTE: Cigarro pode causar impotência sexual\". Assustado, gritou pro garçom:
— NãO. Esse aqui não! Me dá aquele que causa câncer.
Ao sair do boteco, todo embriagado, o bêbado andando na rua, toca o interfone de uma casa e pergunta:
— Seu marido taí?
Uma mulher responde:
— Está, quem quer falar com ele?
— Xá pra lá, brigado.
Chega em outra casa e toca o interfone novamente:
— Seu marido taí?
Outra mulher responde:
— Está no banho, quem quer falar…
— Brigaaaaaado, pooooode deixar.
Na outra casa…
— Bom dia, seu marido taí?
— Está… vou chamá-lo…
— Não, não é preciiiiiiso, responde o bêbado.
— Na outra casa:
— Oi, seu marido taí?
A mulher responde:
— Não, mas já deve estar chegando.
O bêbado responde:
— Então, faz favor, olha aqui pra fora e vê se sou eu!
Tempos depois consegue lembrar aonde é sua casa com muito custo. Abre a porta e vai correndo para o banheiro. Assustado, corre para o quarto e acorda a mulher:
— Ô muié… Essa casa ta mal assombrada! Eu abri a porta do banheiro e a luz acendeu sozinha. Depois, fechei a porta e a luz apagou sozinha…
A mulher, puta da vida, grita:
— Filho da puta! Você mijou na geladeira de novo!
Enxotado de casa pela mulher, que não tava a fim de dormir cheirando bafo de pinga, vai a um beco, acaba dormindo no chão e tem o relógio roubado.
No dia seguinte, já curado da manguaça, ao andar pela rua, vê um cara usando o seu relógio, e se aproxima dele dizendo:
— Hei, cara, esse relógio é meu!
— Que seu que nada. Esse relógio eu peguei de um bêbado que eu comi ontem lá no beco.
Tem razão, não é meu mesmo. Mas bem que parece…

Filosofando

Recebi por e-mail achei muito engraçado

Estava pensando....
Meu cachorro dorme em media 20
horas por dia.
Ele tem toda a comida preparada
para ele.
Ele pode comer qualquer coisa que ele queira.
A comida é dada a ele sem custo.
Ele visita o veterinario uma vez ao ano, ou quando necessario, se algum mal aparece.
Por isso ele nao paga nada, e nada é pedido a ele.
Mora em uma boa vizinhanca e em uma casa que é muito maior do que necessita, mas nao precisa limpar nada.
Se ele faz sujeira, alguem limpa.
Ele escolhe os melhores lugares da casa para dormir, e recebe essas acomodacoes completamente gratis.
Vive como um rei e nao tem nenhuma despesa devido a isso.
Todos os seus custos sao pagos por outras pessoas que tem que sair de casa para ganhar a vida todo o dia.
Eu estive pensando sobre isso, e de repente veio a resposta rapidinho...
PUTA QUE PARIU!!!!
MEU CACHORRO É PETISTA!!!

terça-feira, junho 29, 2010

Uma baladinha do MJ... Chama-se Fall Again!

Wild Horses - Rolling Stones




Musiquinha pra relaxar... Ladies and Gentlemans, Rolling Stones for you!


Wild Horses - Rolling Stones

Childhood living is easy to do
The things you wanted I bought them for you
Graceless lady, you know who I am
You know I can't let you slide through my hands

Wild horses couldn't drag me away
Wild, wild horses couldn't drag me away

I watched you suffer a dull aching pain
Now you decided to show me the same
No sweeping exits or offstage lines
Can make me feel bitter or treat you unkind
Wild Horses couldn't drag me away
Wild, wild horses, couldn't drag me away

I know I dreamed you a sin and a lie
I have my freedom but I don't have much time
Faith has been broken tears must be cried
let's do some living after we die
Wild Horses, couldn't drag me away
Wild, wild horses, couldn't drag me away

Wild Horses couldn't drag me away
Wild, wild horses, we'll ride them someday

segunda-feira, junho 21, 2010

Lençol Sujo




Lençol sujo
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
- Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um tempo a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que outra vizinha ensinou?
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir, verifique seus próprios defeitos e limitações. Olhe antes de tudo, para sua própria casa, para dentro de você mesmo.
Só assim poderemos ter noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
Autor desconhecido
Metáfora enviada por Adrina "Silva".

Fonte:http://www.tadashi.com.br/metaforas.asp?cod=43

Criticar é fácil pra caramba dizer que o time é ruim, que o fulano não joga nada que você faria uma escalação diferente... mas imagine como deve ser complicado ser técnico da Coréia do Norte?? Pense nisso, vamos parar de criticá-lo... rs.. brincadeirinha para descontrair.. 

Abraços,

Zidane

quarta-feira, junho 16, 2010

Qualidade X Limites

Viver no limite não necessáriamente é viver com qualidade, aproveitar ao máximo uma ocasião, não necessariamente é ter aproveitado com qualidade.

Andamos na beira dos limites de nossas vidas, faz tempo... aprendemos a viver assim, e ainda temos de arrumar um jeitinho de aumentar o tal limite por muitas vezes.

E quem não anda no limite, quem não quer sempre mais, é acomodado, sussegado demais, e até lerdo.

Mas então paro pra perguntar pro meu sábio umbigo, vale a pena viver no limite?

No limite de tempo, sempre atrasado, desperdiçando momentos.. stress..
No limite financeiro, ficar "raspando" pra terminar o mês...
No limite de velocidade, e as vezes até acima.. ops.. olha o radar!
No limite de saúde, sem atividade física, sem comer adequadamente, etc
No limite da paciência, qual o tamanho do seu pavil?
No limite físico e mental, cansados, exaustos... e parece que o dia não rendeu.
No limite do sono, dormindo pelos cantos, qualquer 10 minutos já valeu.
E assim vai...
No limite das notas...
No limite do trabalho...

E a qualidade?

Será que precisa mesmo de tanta coisa? Não consegue um pouco mais de tempo fazendo coisas a menos? e faz com qualidade?
É necessário? Superfulo? Vai comprar por status? Saindo do limite, sobrando um pouco da grana...
Que tal andar na faixa da direita, de vez enquando só para experimentar como o stress é menor, e os 5 minutos que economiza, não faz tanta diferença assim
Que tal, uma caminhada no domingo na hora do silvio santos na tv? experimente desejar comidas mais saudáveis, aos poucos estará comendo... e quando ver, já é costume.
Praticar a paciência, experimente, pare na rua pra conversar com um idoso, ou com um mendigo, ouvir o mundo da pessoa... cada mente maravilhosa.
Permita-se perder a hora de tanto dormir de vez enquando, neste friozinho... que tal cobertor? Se for de orelhas melhor ainda.. rs
Estudar com qualidade, depois de noites bem dormidas, é outra coisa...
Trabalhar com bom humor, com paciência, com um corpo saudável, rende bem mais... rendendo mais, talvez até ganhe um aumento, e assim nem precisará mais trabalhar tanto.. fica de fora do limite...

Será que vale a pena?

Qualidade ou Limite?

Vou experimentar... e refletir.

segunda-feira, maio 24, 2010

Amante Profissional

Sabe quando acorda meio "assim"... trabalhando muito no final de semana, etc..

Aí estava no blip.fm e ouvi.. quem não conhece (http://blip.fm/lmarcal), me deixou suuuper animado... achei engraçada... adorei!





Amante Profissional

Latino


Moreno alto, bonito e sensual
Talvez eu seja a solução do seu problema
Carinhoso, bom nível social
Inteligente e à disposição
Para um relacionamento íntimo e discreto
Realize seu sonho sexual

Pra qualquer tipo de transação
Sem compromisso emocional só financeiro
E o endereço pra comunicação
Pra caixa postal do amante profissional

Amor sem preconceito
Sigilo total, sexo total
Amante profissional

Amor sem preconceito
Sigilo total, sexo total

Amante profissional (2 x)

kkkkkkkkkkkkkk

Pra quem me conhece sabe que minha fase de noitadas já foi... to mais tranquilo, mas adorei a musica.. rs..

Abraços e boa semana a todos,


Leandro Marçal - Zidane

terça-feira, maio 18, 2010

O Líder 2.0: quem é ele?

Achei interessante e resolvi compartilhar:

A mudança do perfil do líder no decorrer dos anos, todos temos um pouco de líderes dentro de nós, em casa como pais, mães, filhos, ou no trabalho, em redes sociais, e até lideres de nossa própria vida (quer mais que isso?).

Original em:
O Líder 2.0: quem é ele?



Uma das maiores companhias aéreas do mundo foi escolhida por um cantor de country music americano para transportá-lo durante sua turnê. Numa de suas viagens, quebraram a sua guitarra. Ele reclamou no departamento de relacionamento com o cliente, entre outros, e não lhe deram a menor atenção. Além de perder a guitarra de estimação, não lhe pagaram os danos causados e muito menos lhe deram ouvidos. Resultado: depois de fazer uma canção e um clip extremamente bem-humorado e irônico, postou esse vídeo no YouTube, para contar seu caso.

Em poucos dias, o link recebeu milhões de visitas, o que lhe conquistou espaço até na CNN e na Fox. A empresa aérea correu para reparar o prejuízo, mas o estrago já tinha sido feito: na música criativa e genial, a principal mensagem era o refrão que dizia “a companhia X quebra guitarras”. E como o principal site de buscas, o Google, põe em evidência os sites mais visitados, a tal companhia aérea saiu em destaque, naquilo que certamente é uma excelente antipropaganda. Esse é o mundo em que vivemos. Virtual, mas real.

A definição de líder de que mais gosto diz que esse é “o indivíduo com a capacidade de fazer com que seus liderados tenham o mesmo sonho que ele e de fazer com que eles busquem a realização desse sonho”. Hoje, como nunca, queremos resultados. Somos uma sociedade que quer resultados. Às vezes, até demais, e isso não é bom. No ambiente de pressão e de competição em que vivemos, a busca de resultados constantes gera estresse e desequilíbrio nas pessoas. A curva de consumo e venda de ansiolíticos não para de crescer.

Como se isso não bastasse, surge hoje um ambiente totalmente desconhecido: a internet que tem por trás o “cliente 2.0”. Isso muda tudo, e não temos mais como controlar esse ambiente. Daí surge a necessidade de um líder diferente, o “líder 2.0”. Agora, para não sucumbir, esse “líder 2.0” terá de desenvolver, à força, sua capacidade de lidar com as próprias emoções e com sua inteligência emocional. Tem gente que pensa que inteligência emocional é uma teoria passageira de mais um guru entre os vários que aparecem a todo instante, que é um tema que “já era”.

Enganam-se profundamente! Inteligência emocional não dá para sair de moda enquanto o ser humano continuar com o sistema límbico no centro do seu cérebro. Esse é aquele “sisteminha” que controla a nossa fome, a nossa capacidade de lutar ou fugir, o nosso desejo sexual para preservar a espécie humana, entre outras coisas. E fique sabendo que esse “sistema” já dita as regras há alguns milhares de anos, e deverá continuar determinando os nosssos impulsos emocionais.

Num ambiente muito menos exigente até a década de 90, a inteligência emocional era um pré-requisito de que muitos não se davam conta, apesar das inúmeras pesquisas sobre o assunto mostrando que o líder precisa dessa capacidade de lidar com relacionamentos. Liderados, colegas de trabalho, fornecedores e clientes são seres emocionais, que vivem num ambiente de constante ameaça e medo. Medo de fracassar, da competição, de perder o emprego, de não atingir resultados, de falhar, de ser engolido pelo concorrente, de não atingir a meta, de não ser reconhecido, de não ter sucesso. Todos estão no mesmo caldeirão, procurando seu espaço. Tudo é emoção e os racionais que me perdoem, mas, ou vocês desenvolvem essa capacidade, ou estarão em sérios apuros!

O “líder 2.0” deve identificar talentos seus que em geral desconhece. “Talento” é como muita gente chama “os funcionários que trazem resultados” para a empresa. Estamos fartos do clichê: “Precisamos reter nossos talentos”. Raras são as pessoas que se aprofundaram em saber o que é “talento” e como ele se expressa. O líder agora terá de mergulhar nisso, não só para identificar os seus talentos, mas para identificar os de seus liderados. Precisarão seguir o velho conceito do dr. Eduard Deming, para quem o importante é ter a pessoa certa no lugar certo. Conceito simples dos anos 80 que, por mais incrível que pareça, não vemos aplicado em nossa realidade corporativa até hoje.

Nesses dois pontos acima citados estão duas grandes chaves para saber se reconhecer, se conhecer e identificar aquilo pelo que é apaixonado. Esse, sim, é o líder que pode fazer diferença e buscar excelência.

No contexto da web 2.0 – o das redes sociais que proliferam na internet –, se os líderes não souberem reconhecer suas emoções e lidar com elas, despertar a motivação dos seus liderados e buscar a excelência e a superação, eles não terão condições de atender ao cliente 2.0, que exige respostas rápidas e imediatas num clicar de tecla de computador. Esse cliente, plugado no mundo inteiro, fluente em inglês, tem um poder de influência que nunca vimos antes. À velocidade de milhões de visitas e contatos por dia, sua opinião – a custo zero – pode provocar estragos incalculáveis, como fez o nosso cantor, citado no início deste capítulo.

E, para piorar ainda mais, acabou-se o tempo em que tínhamos uma relação controlada entre a empresa e o cliente. Numa tela, quando o cliente telefonava para a empresa, podíamos saber até sua cor preferida para peças íntimas. Agora não. O consumidor 2.0 é um desconhecido, escondido em algum lugar do planeta, capaz de se mover rapidamente em suas comunidades – Facebook, Linkedin, Twitter e outras –, sem sequer mostrar a cara. Mas com a capacidade de derrubar até os preços de ações na bolsa de Nova York, no transcorrer de um final de semana, como mostrou o clássico caso de uma empresa, líder no segmento de pizza, nos Estados Unidos.

Além do mais, esse consumidor 2.0 traz também uma exigência que nunca vimos antes: um alto grau de envolvimento com temas ligados a ética, sustentabilidade e responsabilidade social. Tenho notícias de que, em breve, um site brasileiro começará a desnudar as empresas que se “dizem” sustentáveis. E, por trás disso, há apenas um grupo de consumidores indignados com as inverdades de muitos marketeiros de plantão.

Portanto, o “líder 2.0” tem de se preparar para um ambiente desconhecido, que ainda não temos a menor ideia para onde está caminhando. Os especialistas em megatrends têm um grande desafio pela frente, quando se trata de criar esses cenários no futuro!

Claro que o assunto não se esgota aqui e é fascinante. Minha intenção foi trazer até você, leitor, um processo de reflexão sobre essas mudanças que estão batendo à nossa porta. Mas temos de ser rápidos! Com base nessas reflexões, relacionei algumas premissas que creio serem fundamentais para, juntos, começarmos a avaliar os requisitos desse líder 2.0, que está passando por um verdadeiro processo de mutação.

Líder 2.0 é aquele que:

• Sonha, deseja, mas age com metas estabelecidas;
• Cuida da formação dos seus sucessores;
• Sabe reconhecer seus talentos;
• Antevê o impacto de suas decisões;
• Desenvolve pessoas e outros líderes;
• Não abre mão do comportamento ético;
• É apaixonado pelo que faz;
• Inspira, em vez de controlar e comandar;
• Sabe lidar com sua ansiedade;
• Sabe reconhecer suas emoções, medos, angústias, e percebe seus limites;
• Estabelece metas claras;
• Sabe dar feedback;
• Estimula seus liderados a ter uma vida harmoniosa e feliz.

Em meio a esse “tsunami”, gostaria de expressar meu otimismo, pois daqui a algum tempo, não muito distante, estaremos vendo a transformação de feias larvas em lindas borboletas, mesmo porque as alternativas que o mundo nos apresentou até agora não foram muito boas. Uso inadequado dos recursos naturais, valorização de “ter” ao invés de “ser”, individualismo exacerbado, estresse, medo e falta de amorosidade não têm contribuído para um verdadeiro desenvolvimento do ser humano. E no mundo corporativo não foi diferente.

Acredito, sim, em líderes que estão chegando com uma visão mais humanística e que poderão desencadear uma ampla revolução de valores na sociedade e nas empresas. A tarefa não é fácil, e exige paciência e perseverança.

Emerson Ciociorowski (Graduado em Economia pela Universidade Mackenzie com especialização em Marketing pela Universidade de Nova York e em Comércio Exterior pela Fundação Getúlio Vargas. Atua como consultor nas áreas de Planejamento, Marketing, Comércio Exterior e Coaching).

O artigo foi publicado originalmente no livro Ser + Líder – Os caminhos da liderança na visão de grandes especialistas.

HSM Online
17/05/2010

sábado, maio 15, 2010

Marcação

Na pressa de viver, de fazer e de acontecer passo meus olhos pela vida e nada grava em minha memória.
Coma algo ruim, algo que você não gosta e marcará sua refeição, ficará na sua memória, naquela terça-feira comi bife de fígado (eu adoro.. rs).. 
Em compensação quantos dias você comeu algo que gosta na forma de uma refeição comum, e de quantas se lembra?? O que comeu ontem? antes de ontem? pergunte-se o que comeu nos ultimos 10 dias cada alimento ou bebida colocados pra dentro do seu organismo... 
Complicado lembrar né?

Isso acontece porque o nosso cérebro se acostuma com aquilo que é rotineiro, e coloca no "automático", assim passa a fazer aquilo por hábito, como o hábito de se alimentar por exemplo.

IMPORTANTE: Tenha hábitos saudáveis.

A vida rotineira, por sua vez passa a fazer parte do hábito e o tempo vai "voando", o processo de aprendizado, nosso trabalho, e até nossa forma de amar.
 Venho fazer um convite a você leitor deste blog a mudar um hábito, tentar fazer algo diferente. Levar seu amado(a) a uma viagem em um lugar diferente, ou mande flores a ela, compre um chocolate a ele... abrace seu pai, sua mãe, ligue para um amigo distante... mude alguma coisa por um dia para marcará-lo... como um bom "nerd" adoro contas, se fizer algo diferente uma vez por semana são 4 dias por mês (olha, 26 dias na rotina e 4 diferentes)... ou 48 dias por ano.. de 365 dias vividos, vai marcar 48 dias diferentes, sensações novas.


Tente o novo, marque a sua vida, saia do automático um pouquinho!!! E se puder.. marque a vida de alguém!! Arrisque-se!

Obrigado pela visita!!

Abraços!!

Leandro Marçal - Zidane
 

quinta-feira, maio 06, 2010

Tênis x Frescobol




É longo mas vale a pena, o texto é de Rubem Alves.



Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?\' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’

Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: ‘Eu te amo, eu te amo...’ Barthes advertia: ‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo\' não quer dizer mais nada.’ É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos...

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá...

Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: ‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\'. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida\'. A situação está salva e o ódio vai aumentando.’

Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim...(O retorno e terno, p. 51.)


Que bom que eles se casaram!..

A Mema tinha a delicadeza de uma asa de borboleta. Jovem, tinha sido muito bonita. Teve um caso de amor. Mas o pai não permitiu o casamento. O moço era pobre e da ‘prateleira de baixo’. Ela aceitou o veredicto do pai e transformou sua tristeza numa delicadeza mansa para com tudo e todos, especialmente para com os sobrinhos. Sempre que algum deles adoecia, a Mema era chamada. Todos a adoravam. Naquela manhã ela reuniu os sobrinhos e os levou para passear, longe da casa. Eles não entenderiam o que estava para acontecer. Na verdade, eles não deviam entender. Na casa o movimento era incomum, mulheres entrando e saindo de um quarto, água fervendo no fogão, o marido andando como um bobo de um lado para o outro. Até que se ouviu o choro de uma criança. O choro anunciava o nascimento. A parteira anunciou: ‘É um menino!’ A mãe ficou desapontada. Já tinha três filhos homens. Tinha rezado muito para que na sua barriga estivesse uma menina. Toda mãe sonha com uma menina como companheira e enfermeira, para quando os dias forem maus. Quando a Mema voltou com os meninos, eles foram informados pelo pai que um irmãozinho havia chegado - sem explicar nem como e nem de onde. Era o dia 15 de setembro de 1933. Assim foi: no desejo de minha mãe eu deveria ter sido uma menina... Ela mesma me disse, muito tempo depois, carinhosamente.

Hoje, decorridos sessenta e seis anos, mortos meu pai, minha mãe, Mema, parteiras, comadres, eu fico pensando sobre o enigma do casamento do meu pai e da minha mãe. Eu nunca os vi brigando. Nunca ouvi uma troca de palavras ásperas entre eles. E, no entanto, nunca pude entender por que eles se casaram. Minha impressão era de que eles viviam em mundos imensamente distantes, bolhas que não se comunicavam. Vieram-me à memória as palavras que Thomas Mann colocou na boca de José. José, vendido pelos irmãos invejosos a mercadores de escravos que iam para o Egito, diz ao seu novo dono: ‘Estamos assentados a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual tu és o centro, e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu.’ (Thomas Mann, José no Egito). Era assim que eu sentia o meu pai e a minha mãe.

Meu pai era um sonhador. A fotografia dele de que mais gosto é uma em que ele está assentado numa poltrona, fumando o seu cachimbo, com olhar perdido. O cheiro e a fumaça do cachimbo têm um poder ‘desrealizador’ (essa palavra inexistente, eu acho, é de Bachelard...). A fumaça, em suas espirais azuis, vai dissolvendo os contornos nítidos das coisas. Os pintores chineses sabiam disto e, para misturar realidade com irrealidade, enchiam suas telas com neblinas. O cachimbo é um produtor de neblinas. Na neblina, ali onde a realidade fica irrealidade, o cachimbo abre o mundo dos sonhos. Meu pai, homem de origem humilde e pobre, sem árvore genealógica, foi homem de negócios bem sucedido e rico e terminou sua vida como caixeiro viajante pobre. Quem desejar saber algo sobre a alma dos caixeiros viajantes que leia a peça de Miller ‘A morte do caixeiro viajante’. Quando vi esta peça pela primeira vez, num teatro em São Paulo, o impacto foi tão grande que me senti fisicamente mal. Era a estória da vida do meu pai. Mas o fato é que, na alma, ele nunca foi nem uma coisa e nem a outra. Se tivesse podido teria sido um ator de teatro. Sei mesmo que ele chegou a fazer algumas experiências no palco, lá em Boa Esperança. Não teve sucesso como ator de palco mas foi um ator, a vida inteira. O que caracteriza um bom ator é que, ao representar, ele se esquece que está representando. Ele não representa; ele vive os papéis. Ri, chora, sofre, como se fosse verdade. Vida a fora meu pai se especializou em papéis alegres. Seu público era qualquer grupo de pessoas. Qualquer assunto era motivo para que ele criasse, através da palavra, uma trama fascinante que a todos encantava. Essa capacidade é uma grande virtude nos atores profissionais. Mas estes sabem que, ao sair do palco, o teatro terminou. Vida e teatro não são a mesma coisa. Mas meu pai não saía do palco. Não distinguia entre teatro e vida. Para ele a vida inteira era um teatro. Pagou um preço muito caro por sua vocação artística. Porque o ‘script’ da vida não é igual ao ‘script’ da peça. Por isso morreu pobre. Meu pai sonhou a vida inteira.

Minha mãe vinha de um mundo completamente diferente. Nascida num rico sobrado colonial, com vidros coloridos importados, longos corredores, salas barrocas, festas, sua família se gabava de ancestrais nobres e poderosos. Diziam, inclusive, que um dos seus membros havia sido governador da província das Minas Gerais, havendo deixado em Ouro Preto um chafariz com o seu nome - fato que nunca pude comprovar. As viagens para o exterior não eram incomuns. Minha tia Georgina, jovem de dezoito anos no final do século passado, foi sozinha aos Estados Unidos tratar de saúde, numa longa viagem de vapor. Todas as filhas eram pintoras. Todas sabiam tocar algum instrumento: bandolim, cítara (lembro-me de duas cítaras abandonadas, bordadas com madrepérola), piano. Minha mãe, além do bandolim, que abandonou, era pianista. Entendam-me. Não é que ela soubesse tocar piano e o fizesse em saraus musicais, como o fazem inúmeras mocinhas. O piano era a sua alma. Lembro-me dela tocando a Sonata ao Luar, de Beethoven, a balada em sol menor de Chopin. Minha mãe, mulher tímida e de poucas palavras, ao se assentar ao piano entrava num mundo de beleza musical a que poucas pessoas tinham acesso. Tocava, e a música criava ao seu redor um bolha encantada onde ela estava só. Meu pai ficava sempre de fora, embora fosse delicado e atencioso. Vez por outra ele dava um palpite: ‘Toque uma daquelas valsinhas boas para dormir...’ Ela sorria e tocava. Deixava sua bolha mágica para atender ao pedido da criança. Porque, esteticamente, meu pai era uma criança.

Foi minha mãe que me abriu o mundo da música. Menino ainda, ela me levava aos concertos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi com ela que ouvi Brailowski, Nikita Magallof, Friedrich Gulda. Curiosamente, foi ela que ensinou o piano a uma comadre, Da. Augusta Freire, e suas filhas, em Boa Esperança. Pois Da. Augusta, num descuido do amor, ficou grávida de novo depois de muitos anos, e o menininho intruso recebeu o nome de Nelson Freire, que atualmente é um dos maiores pianistas do mundo.

Minha mãe falava pouco, muito pouco. Nós nos comunicávamos pela música. Ela ficava assentada, ouvindo, sem nada dizer, enquanto eu estudava a sonata de Chopin.

Há músicas que a gente ouve e gosta imediatamente. Sua beleza está no jardim de entrada. Ouvindo estas músicas a gente tem uma experiência imediata de comunhão: todos são igualmente comovidos. A música clássica é diferente. Sua beleza não se encontra no jardim de entrada mas num quarto fechado à chave. Quem não tem a chave não entra. A beleza da música clássica precisa ser aprendida paciente e disciplinadamente. Quem aprendeu tem a chave: entra no quarto e tem a experiência da beleza. Quem não aprendeu fica de fora e não percebe nada. Por isso a música clássica pode produzir uma dolorosa solidão.

Do meu pai, eu acho, herdei o gosto pela palavra, o prazer em criar mundos pela escrita e pela fala. O mundo do meu pai se abre para fora, para uma comunhão fácil. Da minha mãe recebi as chaves que abrem as portas que levam ao mundo da música clássica. O mundo de minha mãe se abre para dentro, onde se encontram a alegria e uma comunhão difícil que beira à solidão.

Não sei por que se casaram. Mas, que bom que se casaram! Porque, se não tivessem se casado, eu não teria nascido naquela manhã do dia 15 de setembro de 1933. (O amor que acende a lua, p.159).


Em defesa da vida

É um homem grande, 1.90 de altura; obviamente, um homem forte. Seus cabelos castanhos já estão grisalhos. E tem um grande bigode. Seus olhos profundos são azuis e bondosos. E o seu piscar revela humor. Um veadinho se esfrega nele pedindo carinho e sua mão grande deixa a caneta sobre a mesa e delicadamente agrada o bichinho. Lá fora, os crocodilos algumas vezes dormem com suas enormes mandíbulas abertas. E há os hipopótamos, os pelicanos, a vegetação impenetrável que se reflete nas águas barrentas do rio.

A aparência é de um homem solidamente plantado nesse mundo. Mas não é verdade. Seu coração e sua cabeça se movem de acordo com uma lógica estranha de um outro mundo que só ele vê.

Nasceu em 1875, numa aldeia da Alsácia, filho de um pastor protestante. Desde muito cedo ficou claro que ele era diferente. Sua sensibilidade para a música chegava à dor. Ele mesmo conta que, à primeira vez que ouviu duas vozes cantando em dueto - ele era muito pequeno ainda - ele teve de se encostar na parede para não cair. Outra vez, ouvindo pela primeira vez um conjunto de metais ele quase desmaiou por excesso de prazer. Com cinco anos começou a tocar piano. Mas logo se apaixonou pelo órgão de tubos da igreja na qual o seu pai era pastor. Aos nove anos já era o organista oficial da igreja, e tocava para os serviços religiosos.

Sentimento amoroso idêntico lhe provocavam os animais. Ele relata que, mesmo antes de ir para a escola, lhe era incompreensível o fato de que as orações da noite que sua mãe orava com ele apenas os seres humanos fossem mencionados. ‘Assim, quando minha mãe terminava as orações e me beijava, eu orava silenciosamente uma oração que compus para todas as criaturas vivas: \'Oh, Pai, celeste, protege e abençoa todas as coisas que vivem; guarda-as do mal e faz com que elas repousem em paz.\'‘

Ele conta de um incidente acontecido quando ele tinha sete ou oito anos de idade. Um amigo mais velho ensinou-o a fazer estilingues. Por pura brincadeira. Mas chegou um momento terrível. O amigo convidou-a a ir para o bosque matar alguns pássaros. Pequeno, sem jeito de dizer não, ele foi. Chegaram a uma árvore ainda sem folhas onde pássaros estavam cantando. Então o amigo parou, pôs uma pedra no estilingue e se preparou para o tiro. Aterrorizado ele não tinha coragem de fazer nada. Mas nesse momento os sinos da igreja começaram a tocar, ele se encheu de coragem e espantou os pássaros.

Seu amor pelas coisas vivas não era apenas amor pelos animais. Ele sabia que por vezes era preciso que coisas vivas fossem mortas para que outros vivessem. Por exemplo, para que as vacas vivessem os fazendeiros tinham de cortar a relva florida com ceifadeiras. Mas ele sofria vendo que, tendo terminado o trabalho de cortar a relva, ao voltar para a casa, as suas ceifadeiras fossem esmagando flores, sem necessidade. Também as flores têm o direito de viver.

Também não podia contemplar o sofrimento dos animais em cativeiro. ‘Detesto exibições de animais amestrados. Por quanto sofrimento aquelas pobres criaturas têm de passar a fim de dar uns poucos momentos de prazer a homens vazios de qualquer pensamento ou sentimento por eles.’

O nome desse jovem era Albert Schweitzer. Doutorou-se em música, tornou-se o maior intérprete de Bach da Europa, dando concertos continuamente. Doutorou-se em teologia e escreveu um dos mais importantes livros de teologia desse século. Doutorou-se também em filosofia, e era professor na universidade de Estrasburgo, sendo também pastor e pregador.

Schweitzer tinha tudo aquilo que uma pessoa normal pode desejar. Ele era reconhecido por todos. Mas havia uma frase de Jesus que o seguia sempre: ‘A quem muito se lhe deu, muito se lhe pedirá.’ E, aos vinte anos, ele fez um trato com Deus. Até os trinta anos ele iria fazer tudo aquilo que lhe dava prazer: daria concertos, falaria sobre literatura, sobre teologia, sobre filosofia. Aos trinta anos ele iniciaria um novo caminho. E foi o que ele fez. Aos trinta anos entrou para a escola de medicina, doutorou-se em medicina, e mudou-se para a África, para tratar de uns pobres homens atacados pelas doenças e abandonados. E lá passou o resto de sua vida.

É preciso entender que Schweitzer não era só um médico curando doentes. Ele não se conformaria com isso. Dentro dele viviam a música, a filosofia, o misticismo, a ética. Schweitzer sabia que somente o pensamento muda as pessoas. E o que ele mais desejava era descobrir o princípio que vivia encarnado nele. E ele conta que foi numa noite - ele e remadores navegavam pelo rio para chegar a uma outra aldeia - seu pensamento não parava - e ele se perguntava - ‘qual é o princípio ético?’ De repente, como um relâmpago, apareceu na sua cabeça a expressão: ‘reverência pela vida.’ Tudo o que é vivo deseja viver. Tudo o que é vivo tem o direito de viver. Nenhum sofrimento pode ser imposto sobre as coisas vivas, para satisfazer o desejo dos homens.
Há algo estranho na psicologia de Schweitzer. Um dos maiores desejos da alma humana - de todos - é o desejo de reconhecimento. Na Europa Schweitzer era admirado universalmente: organista, filósofo, teólogo, escritor. Aos vinte e poucos anos seu nome já era símbolo. Aí toma uma decisão que o levaria para longe de todos os olhos que o admiravam: a absoluta solidão de uma aldeia miserável. Hoje uma decisão como a dele seria imediatamente notada: os jornais e a televisão logo fariam brilhar a sua imagem de Cavaleiro Solitário - e ele apareceria como herói. Seria grande, imensamente grande na sua renúncia! Também as renúncias podem ser motivo de vaidade! (A esse respeito relembro a última cena do filme O Advogado do Diabo. Merece ser visto de novo.) Mas ele opta pela invisibilidade, a solidão, longe de todos os olhos e de todos os aplausos. Isso só tem uma explicação: ele era, antes de tudo, um místico. O que lhe importava não era o brilho narcísico mas a consciência de ser verdadeiro com o princípio de ‘reverência pela vida’, o seu mais alto princípio religioso.

Esse princípio, Schweitzer viveu intensamente. Não é difícil ter reverência pelas coisas fracas, a relva, os insetos, os animais. Fracos, eles não têm o poder de nos resistir. Difícil é ter reverência pelos homens fortes, que se encontram ao nosso lado. Jesus ordenou ‘amar o próximo’. Porque é fácil amar o distante. O próximo é aquele que está no meu caminho, que tem o poder de me dizer não. Mais difícil que amar os doentes, que são carência pura, fraqueza pura, dependência pura, mendicância pura, é amar aqueles que estão ao meu lado e que são tão fortes quanto eu. Reverência pelos que estão ao meu lado. Se Schweitzer se relacionou com os pobres negros doentes por meio da compaixão, ele se relacionou com seus próximos, iguais, companheiros de hospital por meio de amizade. E ele formula, na sua Ética, o princípio de que ‘um homem nunca pode ser sacrificado para um fim.’

Schweitzer não era um ser desse mundo. Talvez ele tenha compreendido isso e que essa tenha sido uma das razões porque ele saiu do mundo civilizado, se embrenhando nas selvas da África. No mundo civilizado, das organizações, será possível ter reverência pelo próximo? Na lógica das organizações não há ‘próximos’ nem amigas. A lógica das organizações diz: ‘cada funcionário é apenas um meio para o fim da organização, não importa quão grandioso ele seja!’ Nas organizações os sinos das igrejas não tocam para impedir que o pássaro seja morto. (O amor que acende a lua, p. 25.)

fonte: http://www.rubemalves.com.br/tenisfrescobol.htm 

É isso aí...
Abraços,

Leandro Marçal

quinta-feira, abril 22, 2010

Fábio Jr. -- Pai - Clipe Oficial



Não tem como deixar de apertar meu coração até correrem lágrimas de saudades de você...

Pai.. pode ser daí você sinta, qualquer coisa entre estes 20 ou 30 longos anos em busca de paz...




Saudades Eternas

sexta-feira, abril 16, 2010

SU - Fé

Nem sei o que escrever aqui...

Me emociono quando penso nos meus amigos!

Quem tem amigo tem tudo!! Obrigado aos que já votaram, e aos que não votaram, votem logo pelo amor de Deus!!

Até o ultimo minuto com Garra, Valentia e Fé!!

O sonho ainda não acabou, mas tá dificil...

Booora!!!

Leandro Marçal - 4º SIR - Rumo a Nasa!

terça-feira, abril 13, 2010

Por onde vou



Por onde vou
Cachorro Grande


Ontem desapareci
Olhei o sol no jardim
Quis acreditar
Que é real

Eu agora estou aqui
No lugar de onde vim
Quis ver o inicio e o final

O mundo se abriu pra mim
Desde quando descobri
Oque fez eu ir onde vou

O sonho que eu quis viver
Tudo que me fez crescer
E me fez querer transcender.

Me fez querer conqusitar
Me fez querer viajar
E me fez querer me encontrar

O mundo se abriu pra mim
Desde quando descobri
Oque fez eu ir onde vou

Desde a primeira vez
O sentido que me fez
Querer ser oque hoje sou

Oque me fez querer ver primeiro
Oque me fez querer ser verdadeiro
E nada mais mais vai me fazer parar
Eu posso imaginar
Posso tornar real o sonho

3 da manhã com duas garrafas de vinho na cabeça e um amigo... viagem total... 

Como é bom ser solteiro...

Valeu galego!

Abraço,

Zidane 
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